terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Ainda a digerir o encontro



Encontra-la depois de quatro anos...foi difícil!
Estranho!
Senti medo, e não sei muito bem porquê.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Sem vontade



Ando numa ansiedade com tudo isto...

E com tanto para dizer...sem vontade para escrever!

"Preguicite aguda", já ouviram falar?

domingo, 26 de janeiro de 2014

Assim... Somos damas, somos dramas!




"Mulher não desiste, cansa-se. Temos essa coisa de ir até ao fim, esgotar todas as possibilidades, pagar para ver. Nós pagamos mesmo. Pagamos caro, com juros e até em prestações. Mas não tem preço sair de cabeça erguida, sem culpa, sem "E se"!
Completamos o percurso e, às vezes, ficamos até andando em círculos, mas quando mudamos de caminho, meu amigo, é o fim do jogo para ti.
Enquanto te chateamos com ciumes e saudade, pára de reclamar e agradece a Deus! Porque no dia que a aceitamos tranquilamente dividir-te com o mundo, nós não ficamos mais compreensivas: parámos de nos importar, já era!

Quem ama, cuida! E a gente cuida até demais, mas dar sem receber é caridade, não carinho! E estamos numa relação,não numa sessão espírita. Nós entendemos e respeitamos a tua forma de ser, desde que tu supras pelo menos o mínimo das nossas necessidades,principalmente emocionais, porque carne existe em qualquer esquina.

Vocês nem sempre sabem, mas além de peito e rabo, a gente tem sentimentos, quase sempre à flor da pele. Somos damas, somos dramas, acostumem-se. Mulher não é boneca insuflável,só tem quem pode!

Levar muitos corpos para a cama é fácil, quero ver aguentar o barco de conquistar corpo e alma, até ao final."


-Tati Bernardi-

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

As borboletas?


"Tenho saudades das borboletas. Mas daquelas que nos fazem sempre sorrir. Do fazer disparates por amor. Do rir sem sentido. Saudades que me chamem nomes lamechas. De fazer quilómetros por um único beijo. De dormir poucas horas pois não houve tempo para mais. E mesmo assim acordar com um sorriso. Do fazer tudo pelo outro e aceitar que tudo façam por nós. Saudades de quem me espera ao fim do dia. Saudades.

Tenho saudades que corram para me vir buscar. Que anseiem por que um dia acabe porque querem o meu abraço. Que me telefonem só porque apetece ouvir a minha voz. De acordar com um bom-dia e adormecer com um boa-noite.

Tenho saudades de que gostar de alguém não seja doloroso. Que amar não seja uma tragédia. Saudades de que o amor não seja só isto.

Saudades."


Desconheço o autor

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Acreditar no sonho, vive-lo!





"Seja o que for que tu sonhas, podes fazê-lo. Esquece o conforto. A velhice. A segurança social. Arrisca agora. Este é o teu tempo. O teu mundo. O espaço para a tua marca. Vivemos tempos de crise, mas nunca foi tão fácil e barato ser global. Chegar a qualquer lado do planeta. Viajar pela Internet. Criar conceitos. E muitas vezes um só telemóvel pode ser a chave para fazermos a diferença. Não envelheças a pensar no que farias com 20 anos, 40 ou nos anos que não terás. Seja o que for que tu sonhas, podes fazê-lo.



Esquece os outros. A sorte dos outros. A facilidade e apoio que tiveram. O foco és tu. Tu és o principal entrave ao teu sucesso. Crias barreiras. Dificuldades. Impões limites que herdaste de um discurso defensivo e cauteloso. Muda o "chip". Vai à luta. Cria tendências. Grita o teu nome. Descobre a cor do teu sonho e pinta o mundo da cor que tu gostas. Ficarás radiante e deixarás fascinado quem te rodeia. Nessa altura dirão em uníssono : "Teve sorte". Diz que sim. O mundo sobrevive a isso. E tu deixas de o fazer. Passas a viver. És livre, finalmente."



Rodrigo Viana de Freitas in P3

sábado, 7 de dezembro de 2013

Às vezes surpreendo-me comigo mesma





Estou confusa!

Considero-me uma pessoa livre de qualquer tipo de preconceito. Penso que temos direito à liberdade de escolha, que devemos fazer qualquer coisa para sermos felizes (desde que não prejudiquemos ninguém).

À uns anitos atrás, quando o meu filho mais velho estava na adolescência, encontrei no móvel do computador o endereço de uns sites escritos num papel.
Como é sabido, quando temos miúdos em casa, devemos vigiar (dentro do possível) o que eles andam a fazer na Internet. E lá fui eu pesquisar... Eram sites de pornografia! Cuidadosamente perguntei-lhe se aquele papel era dele, disse que não. 
Fiquei na duvida...mas, se era dele, penso que seria uma curiosidade normalíssima num adolescente.
Do meu filho mais novo não seria, pois era demasiado criança para ter esse tipo de curiosidade e sempre que ele estava no PC eu andava por perto.
Ser do meu marido, estava fora de questão, ele raramente abria o computador e pouco sabia (na altura) o que fazer com ele, só o usava para jogar.
Arrumei o assunto!

À cerca de um mês, encontrei uma caixa de vaselina perdida aqui em casa. Bem, todos sabemos que a vaselina tem varias utilidades, inclusive para isso mesmo que estão a pensar e que eu também pensei, e que achei estranho, achei! E claro que comecei a fazer alguns filmitos. Mais uma vez perguntei, (inocentemente) ao filho mais velho se aquela pomada era dele, disse que não. Deixei-a ficar onde a tinha encontrado e dois dias depois ela desapareceu. 
Do filho mais novo, não era, é demasiado miúdo para ter acesso a isto.
Do filho mais velho? É provável, não sei.
Do marido? Muito pouco provável, penso eu, fora de questão.
Fiquei curiosa... Ok, nem vou pensar mais nisso.
Assunto arrumado!

À uns meses atrás, o meu marido, andava de volta dos CDs e DVDs...abria caixa, fechava caixa, abria outra e voltava a fechar. Perguntou-me se não tinha encontrado dois DVDs com o nome de um colega dele. Eu disse-lhe que não. Disse que foi o colega que os emprestou e não sabia onde os tinha deixado, pediu-me que os tentasse encontrar, porque eram filmes impróprios para os miúdos. Não encontrei (com muita pena minha), mas pensei ironicamente "hum...andas a ver filmes impróprios, muito bem!"
Mais um assunto para arrumar!

Andava eu, estes dias a arrumar umas roupas e resmungava para mim "raios parta o homem, tem para aqui roupa que já não veste à anos (exagerada, claro)". Senti algo no bolso de um casaco do meu marido (que acho que ainda não o vestiu este inverno). Meti a mão e "voilá", dois DVDs com o nome do tal colega dele. 
Vamos lá confirmar se os filmes são mesmo impróprios...pensei "pois claro, devem ser filmes pornográficos, deve ser só gajas exageradamente boas". Não gosto de filmes pornográficos, gosto sim de filmes eróticos, mas já sabemos que os gostos não se discutem. Aceito!
Liguei o PC, e ansiosamente esperei que o filme abrisse.
Não!!!
Juro que fiquei incrédula!!!
Confesso que fiquei chocada, e não é qualquer coisa que me abala.
Senti-me com a idade da minha bisavó a ver as poucas vergonhas que se fazem hoje em dia!!!
Tá certo, juro que não tenho nada contra... só não estava à espera de ver aquilo.
Era sim, um filme pornográfico, mas gajas boas, nem vê-las! Eram só homens!!! E não, não foram os homens que me chocaram... foi o facto de o meu marido gostar (ou não) de ver outros homens a fazer sexo explicito.

Imaginam o que me passou de imediato pela cabeça?!
Somei 1+1+1=3? Será?

Não sei o que pensar... Não sei se é só curiosidade masculina e estou a ver filmes onde não existem... Estou confusa... É normal os homens terem curiosidade em ver estes filmes, só com outros homens?
Preciso de tirar estas duvidas! O que faço? Faço alguma coisa?
Guardei os filmes no lugar onde os encontrei, mas...
Não estou a conseguir arrumar este assunto!








quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Tão verdade!






Por tudo. E por nada. 
Não sei.
Talvez porque ultimamente ando  com os sentimentos à flor da pele.
Preciso de colo...



quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Quem é do Norte?


Quem é do Norte?

" As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos impossíveis. Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mão nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer."


Por Miguel Esteves Cardoso



terça-feira, 26 de novembro de 2013

Interessante!!!





" O Que Sempre Soube Das Mulheres


Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial-killers e depois queixam-se de que nem um postalinho. Escrevem que se desunham.
Fingem acreditar nas nossas mentiras desde que tenhamos graça a pregá-las.

Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. São superiores. Não tem o gene da violência, embora seja melhor não as provocarmos. Perdoam facilmente, mas nunca esquecem.
Bebem cicuta ao pequeno-almoço e destilam mel ao jantar. Têm uma capacidade de entrega que até dói. São óptimas mães até que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte.
Pelam-se por jogos eróticos, mas com o sexo já depende.

Têm dias. Têm noites. Conseguem ser tão calculistas e maldosas como qualquer homem, só que com muito mais nível.
Inventaram o telemóvel ao volante. São corajosas e quando se lhes mete uma coisa na cabeça levam tudo à frente.
Fazem-se de parvas porque o seguro morreu de velho e estão muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre!) por esse acto de vontade tornam-se mesmo inocentes.
Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando estão tristes, choram quando estão felizes. Não compreendem nada. Compreendem tudo. Sabem que o corpo é passageiro. Sabem que na viagem há que tratar bem o passageiro e que o amor é um bom fio condutor.

Não são de confiança, mas até a mais infiel das mulheres é mais leal que o mais fiel dos homens. São tramadas. Comem-nos as papas na cabeça, mas depois levam-nos a colher à boca. A única coisa em nós que é para elas um mistério é a jantarada de amigos - elas quando jogam é para ganhar.
E é tudo. Ah, não, há ainda mais uma coisa. Acreditam no Amor com A grande mas, para nossa sorte, contentam-se com pouco."


Rui Zink, in "Jornal Metro"