sexta-feira, 16 de maio de 2014

Vale mesmo a pena visitar


Todos (quase) os bracarenses e visitantes vivem em "Bracara Augusta".
É muito giro :)

Vistam-se a rigor e a vida muda por aqui 









quinta-feira, 15 de maio de 2014

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Inquieta, eu?



Não. Não ando inquieta. Esta minha ansiedade para estar com o Gabriel, é que está a pôr-me doida...


"G- Eu adoro-te Bruna...e tu sabes!"


Não vou resistir por muito mais tempo. Eu quero-o...e ele sabe!




quinta-feira, 1 de maio de 2014

Adoro, e é minha!


GOSTO MUITO :)


Miguel Esteves Cardoso e a sua avaliação à minha cidade!
«Braga é fantástico. (...)
A primeira vez que fui a Braga já estava à espera de encontrar uma cidade grande e diferente de todas as outras. Mas fiquei siderado. Acho que Braga se dá a conhecer a quem lá entra, sem receios ou desejos de impressionar.
A primeira impressão foi a modernidade de Braga – pareceu-me Portugal, mas no futuro. E num futuro feliz. O Porto e Lisboa são mais provincianos do que Braga; têm mais complexos; têm mais manias; têm mais questiúnculas por resolver e mais coisas para provar.
Braga fez-me lembrar Milão. É verdade. Eu adoro Milão mas Milão é (mais ou menos) italiano, enquanto Braga é descaradamente português. Havia muitas montras; muitas luzes; muita alegria; muito à-vontade.
Lisboa e Porto digladiam-se; confrontam-se; definem-se por oposição uma à outra. Braga está-se nas tintas. E Coimbra – que é a outra cidade feliz de Portugal – também é muito gira, mas não tem o poderio e a prosperidade de Braga.
Em Braga, ninguém está preocupado com a afirmação de Braga em Portugal ou no mundo. Braga já era e Braga continua a ser. Sem ir a Roma, só em Braga se compreende o sentido da palavra “Augusta”.
Em contrapartida, na Rua Augusta, em Lisboa, não há boa vontade que chegue para nos convencer que o adjectivo tenha proveniência romana. A Rua Augusta é “augusta” como a Avenida da Liberdade é da “liberdade” e a Avenida dos Aliados é dos “aliados”, mas Braga é augusta no sentido original, conferido pelo próprio Augusto.
Em Braga, a questão de se “comer bem” ou “comer mal” não existe. Come-se. E, para se comer, não pode ser mal. Pronto. Em Lisboa, por muito bem que se conheçam os poucos restaurantes, está-se sempre à espera de uma desilusãozinha.
No Porto, apesar de ser difícil, ainda se consegue arranjar alguma ansiedade de se ser mal servido; de ir a um restaurante desconhecido e, por um cósmico azar, comer menos do que bem.
Em Braga isso é impossível. O problema da ansiedade não existe. Braga tem tudo. Passa bem sem nós. Mas nós é que não passamos sem ela, porque os bracarenses ensinam-nos a não perder tempo a medir o comprimento das pilinhas uns dos outros ou a arranjar termómetros de portuguesismo ou de autenticidade.
(...)
É por ser de Braga. É uma coisa que, infelizmente, nem todos nós podemos ser.
Fique então apenas a gentileza de ficar aqui dito de ter pena de não ser».
[Miguel Esteves Cardoso, “Passe de Letra”, Revista J

domingo, 20 de abril de 2014

Tempo. Dá-me tempo!


Não quero ceder, não quero viver tudo de novo, não preciso da agitação de um coração a bater descontroladamente.


Descontrolei-me. Pensei tanto no Gabriel. Não consegui conter-me. Passou um dia, dois...

B- Já estas melhor amigo?
G- Já não me queres Bruna?
...
G- Não queres nada comigo, pois não?
B- Gosto de saber que estas bem.
G- Não queres Bruna? Precisamos falar, pode ser?
B- Agora não. Só estou triste contigo, sabes que não me tens tratado muito bem. Cansei, só isso."


Esperei. Se naquele momento me tivesse dito: "anda", eu ia...
Tenho pensado tanto nele, tenho nos imaginado tanto... Que droga de sentimento...
Não quero voltar a estar com ele, nem mais uma vez...
Apetece-me tanto sentir o calor daquele corpo e aquela boca que conheço de cor o sabor... e se... se for só mais uma vez? A ultima vez. Pode ser? Assim, pode?!

Quero resistir, quero muito. 
Só uma vez, não faz mal, pois não?!


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Tenho que resistir


Logo pela manha:
"G-Estas em casa? Preciso de te dar um beijo..."
Vejo a mensagem e não respondo.

Durante a tarde:
"G-Bruna, só um beijo, vá la...
B-Amigo, não provoques...
G-Só um beijo agora, para veres como estou carente.
B-Sério!?
G-Sim amor.
B-Não costumo andar aos beijos com os meus amigos.
G-Comigo andas.
B-Ando!? Não me lembro...isso vai à quanto tempo mesmo?"

Ficamos assim...
Sinceramente, acho que ele já percebeu que me perdeu...



Não parei de pensar nele...
Esperei que voltasse a ligar...
Ele mexe comigo...
Não quero estar com ele...
Mas sei que preciso dele...
Não posso!...

Prefiro a certeza de não o ter, que a incerteza de o ter...sem duvida!


terça-feira, 15 de abril de 2014

Não me tentes...


E eu nem acredito...agora até me ligas?!...mas não era só por mensagens que nos comunicávamos?!
Pois...deixo o telemóvel tocar. Até tem uma musica agradável. Toca...toca...toca...
Não me apetece sequer atender.

"- Não me tentes.
- Eu queria...meu amor"

Grrrrr.......mas que raiva.......

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Sinto-me bem assim


Muito resumidamente...
Cansei do Gabriel, cansei daquela situação que já não me estava a fazer muito bem.
Um dia, assim sem mais, enviei-lhe uma mensagem mais ou menos deste género:
" Não é uma decisão fácil nem impensada, mas é a melhor decisão. Sabíamos que o dia chegaria. Chegou Gabriel. Sem stresses, sem mágoas, na boa."
Ele não respondeu...Provavelmente devia pensar que eu não estaria a falar a serio, não sei.
Muito exporadicamente enviamos umas mensagens cordiais...nada de especial. Na verdade, também já tenho ignorado algumas...

Ontem, ele, que é um desligado dessas coisas...
"Parabéns meu amor...tenho saudades tuas..."

Ahahah até me ri. Não lhe respondi, provavelmente, deveria ter agradecido, mas não me apeteceu fazê-lo. Um dia destes, quem sabe, agradeço.
O bom disto, é que não senti nada de especial, aquela maluqueira das borboletas no estômago, aqueles batimentos eufóricos de ansiedade, aquele desejo de o ouvir...nada. Ri-me!

Pois é, já lá vão oito meses que não o vejo, que não falo com ele, que não o sinto...
Verdade que às vezes dá uma saudade...mas logo passa...