sexta-feira, 23 de maio de 2014

Furiosa/Triste



...
B-"Olha agora a serio, pensa comigo, se não podes à noite e não é conveniente de dia,quer dizer que não nos vemos mais, é isso não é Gabriel? Ou estou enganada? E responde, sabes que fico toda stressada quando me ignoras..."
G-"Eu não te ignoro. Claro que nos vemos amor, só que tem de ser durante o dia, à noite não dá Bruna"
B-"Estou aqui a pensar, nem sei que te diga...só podes estar a gozar comigo...se antes era difícil, agora é quase impossível...não brinques...
Sabes o que penso...prefiro a certeza de não ter, que a incerteza de ter...
Olha Gabriel vou dizer isto com muita pena minha, com o coração apertadinho...não contes mais comigo :( xau aí..."



quarta-feira, 21 de maio de 2014

Foi por impulso


Não. Tu não fizeste isso Bruna!


Temos trocado mensagens, é verdade...só.

B-"Lembrei-me de ti, hoje esteve um técnico na minha casa..."
G-"Que conversa é essa...eu sou o único técnico que pode ir aí."

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G."Onde estas amor?"
B-"Em casa."
G-"Preciso de te ver, vou aí."
B-"Quando? Agora?"
G-"Já."
B-"Não. Não estou sozinha. Onde estas?"
G-"Perto da tua casa, anda aqui Bruna"
B-"Onde?"
G-"Na tua rua, no nº X, deixei a porta aberta do prédio, sobe ate ao ultimo andar a anda ter ao telhado."
B-"Achas?! Não vou nada."
G-"Vá lá amor...só pra te ver."
B-"Ai...tá bem, estou indo."

Pernas bambas, friozinho na barriga, borboletas no estômago, coração acelerado, e muitos outros sintomas de uma adolescente descontrolada, sem pensar em mais nada...cheguei!

O que falamos? Nada, ou quase nada. Ficamos assim num abraço...adoro sentir-me nos braços dele...queria tanto que o tempo parasse ali. Procuramos a boca um do outro...continua a enlouquecer-me...continuo a enlouquecer-lo...que vontade!...e ficamos ali...até que eu regressei ao mundo real..."não Gabriel, tenho que ir".

Que loucura...e regressei, sem olhar para trás.
Foi só uns beijos e uns amassos, sim...nada mais!


Agora...não sei! Mas despertou todo o sentimento que tentei adormecer durante estes meses todos.


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Vale mesmo a pena visitar


Todos (quase) os bracarenses e visitantes vivem em "Bracara Augusta".
É muito giro :)

Vistam-se a rigor e a vida muda por aqui 









quinta-feira, 15 de maio de 2014

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Inquieta, eu?



Não. Não ando inquieta. Esta minha ansiedade para estar com o Gabriel, é que está a pôr-me doida...


"G- Eu adoro-te Bruna...e tu sabes!"


Não vou resistir por muito mais tempo. Eu quero-o...e ele sabe!




quinta-feira, 1 de maio de 2014

Adoro, e é minha!


GOSTO MUITO :)


Miguel Esteves Cardoso e a sua avaliação à minha cidade!
«Braga é fantástico. (...)
A primeira vez que fui a Braga já estava à espera de encontrar uma cidade grande e diferente de todas as outras. Mas fiquei siderado. Acho que Braga se dá a conhecer a quem lá entra, sem receios ou desejos de impressionar.
A primeira impressão foi a modernidade de Braga – pareceu-me Portugal, mas no futuro. E num futuro feliz. O Porto e Lisboa são mais provincianos do que Braga; têm mais complexos; têm mais manias; têm mais questiúnculas por resolver e mais coisas para provar.
Braga fez-me lembrar Milão. É verdade. Eu adoro Milão mas Milão é (mais ou menos) italiano, enquanto Braga é descaradamente português. Havia muitas montras; muitas luzes; muita alegria; muito à-vontade.
Lisboa e Porto digladiam-se; confrontam-se; definem-se por oposição uma à outra. Braga está-se nas tintas. E Coimbra – que é a outra cidade feliz de Portugal – também é muito gira, mas não tem o poderio e a prosperidade de Braga.
Em Braga, ninguém está preocupado com a afirmação de Braga em Portugal ou no mundo. Braga já era e Braga continua a ser. Sem ir a Roma, só em Braga se compreende o sentido da palavra “Augusta”.
Em contrapartida, na Rua Augusta, em Lisboa, não há boa vontade que chegue para nos convencer que o adjectivo tenha proveniência romana. A Rua Augusta é “augusta” como a Avenida da Liberdade é da “liberdade” e a Avenida dos Aliados é dos “aliados”, mas Braga é augusta no sentido original, conferido pelo próprio Augusto.
Em Braga, a questão de se “comer bem” ou “comer mal” não existe. Come-se. E, para se comer, não pode ser mal. Pronto. Em Lisboa, por muito bem que se conheçam os poucos restaurantes, está-se sempre à espera de uma desilusãozinha.
No Porto, apesar de ser difícil, ainda se consegue arranjar alguma ansiedade de se ser mal servido; de ir a um restaurante desconhecido e, por um cósmico azar, comer menos do que bem.
Em Braga isso é impossível. O problema da ansiedade não existe. Braga tem tudo. Passa bem sem nós. Mas nós é que não passamos sem ela, porque os bracarenses ensinam-nos a não perder tempo a medir o comprimento das pilinhas uns dos outros ou a arranjar termómetros de portuguesismo ou de autenticidade.
(...)
É por ser de Braga. É uma coisa que, infelizmente, nem todos nós podemos ser.
Fique então apenas a gentileza de ficar aqui dito de ter pena de não ser».
[Miguel Esteves Cardoso, “Passe de Letra”, Revista J

domingo, 20 de abril de 2014

Tempo. Dá-me tempo!


Não quero ceder, não quero viver tudo de novo, não preciso da agitação de um coração a bater descontroladamente.


Descontrolei-me. Pensei tanto no Gabriel. Não consegui conter-me. Passou um dia, dois...

B- Já estas melhor amigo?
G- Já não me queres Bruna?
...
G- Não queres nada comigo, pois não?
B- Gosto de saber que estas bem.
G- Não queres Bruna? Precisamos falar, pode ser?
B- Agora não. Só estou triste contigo, sabes que não me tens tratado muito bem. Cansei, só isso."


Esperei. Se naquele momento me tivesse dito: "anda", eu ia...
Tenho pensado tanto nele, tenho nos imaginado tanto... Que droga de sentimento...
Não quero voltar a estar com ele, nem mais uma vez...
Apetece-me tanto sentir o calor daquele corpo e aquela boca que conheço de cor o sabor... e se... se for só mais uma vez? A ultima vez. Pode ser? Assim, pode?!

Quero resistir, quero muito. 
Só uma vez, não faz mal, pois não?!


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Tenho que resistir


Logo pela manha:
"G-Estas em casa? Preciso de te dar um beijo..."
Vejo a mensagem e não respondo.

Durante a tarde:
"G-Bruna, só um beijo, vá la...
B-Amigo, não provoques...
G-Só um beijo agora, para veres como estou carente.
B-Sério!?
G-Sim amor.
B-Não costumo andar aos beijos com os meus amigos.
G-Comigo andas.
B-Ando!? Não me lembro...isso vai à quanto tempo mesmo?"

Ficamos assim...
Sinceramente, acho que ele já percebeu que me perdeu...



Não parei de pensar nele...
Esperei que voltasse a ligar...
Ele mexe comigo...
Não quero estar com ele...
Mas sei que preciso dele...
Não posso!...

Prefiro a certeza de não o ter, que a incerteza de o ter...sem duvida!


terça-feira, 15 de abril de 2014

Não me tentes...


E eu nem acredito...agora até me ligas?!...mas não era só por mensagens que nos comunicávamos?!
Pois...deixo o telemóvel tocar. Até tem uma musica agradável. Toca...toca...toca...
Não me apetece sequer atender.

"- Não me tentes.
- Eu queria...meu amor"

Grrrrr.......mas que raiva.......