Não. Tu não fizeste isso Bruna!
Temos trocado mensagens, é verdade...só.
B-"Lembrei-me de ti, hoje esteve um técnico na minha casa..."
G-"Que conversa é essa...eu sou o único técnico que pode ir aí."
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G."Onde estas amor?"
B-"Em casa."
G-"Preciso de te ver, vou aí."
B-"Quando? Agora?"
G-"Já."
B-"Não. Não estou sozinha. Onde estas?"
G-"Perto da tua casa, anda aqui Bruna"
B-"Onde?"
G-"Na tua rua, no nº X, deixei a porta aberta do prédio, sobe ate ao ultimo andar a anda ter ao telhado."
B-"Achas?! Não vou nada."
G-"Vá lá amor...só pra te ver."
B-"Ai...tá bem, estou indo."
Pernas bambas, friozinho na barriga, borboletas no estômago, coração acelerado, e muitos outros sintomas de uma adolescente descontrolada, sem pensar em mais nada...cheguei!
O que falamos? Nada, ou quase nada. Ficamos assim num abraço...adoro sentir-me nos braços dele...queria tanto que o tempo parasse ali. Procuramos a boca um do outro...continua a enlouquecer-me...continuo a enlouquecer-lo...que vontade!...e ficamos ali...até que eu regressei ao mundo real..."não Gabriel, tenho que ir".
Que loucura...e regressei, sem olhar para trás.
Foi só uns beijos e uns amassos, sim...nada mais!
Agora...não sei! Mas despertou todo o sentimento que tentei adormecer durante estes meses todos.