quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A Bruna despede-se?! :(



"Não, não é uma decisão precipitada...tenho reflectido muito acerca de nós. Nós! Nunca fomos nós. Sempre  fomos, eu e tu!
Pensei muito, e mesmo não tendo a certeza se é bem isto que eu quero, decidi. Nós, não somos nada um para o outro. No fundo eu nunca soube muito bem o que eras para mim, nunca soube muito bem porque te gosto tanto, porque preciso tanto de ti na minha vida, mesmo que, sempre distante, preciso de te saber aí, de te saber bem. Nunca esperei, nem nunca te quis definitivamente na minha vida, nunca previ um futuro contigo presente diariamente na minha vida, mas sempre precisei de saber que fazias parte de mim, que me eras  "meu" de alguma forma.
Gosto de ti, fazes me bem. A longa ausência de ti, deprime-me. A espera e a incerteza de ti, desespera-me. 

Lembras-te? Tantas vezes conversamos sobre o fim...chegou! 
Penso que neste momento estou preparada para sair. Já não espero por ti. Já não sorrio cada vez que abro uma mensagem, o coração já não palpita. 
Tenho medo sim. Tenho receio que na tua (possível) próxima mensagem, este coração volte a fraquejar...eu não quero. Não quero mais esperar-te incansavelmente. Eu cansei!
Não voltes. Não me abandones por inteiro. Lembra-te de mim, de vez em quando. Não me esqueças por completo, liga-me, pergunta se estou bem. Guarda-me como algo de bom que te aconteceu. Vou deixar comigo, o teu cheiro na minha pele, o teu toque suave no meu corpo, o teu sabor na minha boca...o teu abraço quente  que me protegia do meu mundo. Guardo-te em mim. Ainda te preciso... mas, cansei!"


Preciso de uma boa dose de coragem para enviar estas palavras ao Gabriel. Preciso mesmo!  

"Será sempre até um dia"

domingo, 13 de outubro de 2013

Não me digas que é tarde


"Deixa-me tocar-te. Apetece-me sentir-te. As minhas mãos no teu corpo semi nu.
Sente-me como se sente. Como tudo se sente.
Vem agora, vem mais tarde, mas vem. Espero-te no lugar de sempre e com a nudez da eternidade.
Preciso sentir-te, saber-te, saborear-te. No salgado dos corpos, na luz do candeeiro da rua, que se funde quando chegares."

AAA

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Sempre e tanto!


"Definir saudade? Não consigo. É dos sentimentos mais avassaladores que existem.
Como se descreve o vazio? A ausência? O pedaço de nós que se ausentou? 
Saudades não é só sentir falta de alguém. É sentir a falta de alguém em nós. Dentro de nós. É ter saudades de nós com alguém. É o estar, por estar, e o ser por ser.
Como se traduz em palavras, aquilo que a saudade corta sem nada nos tocar. Que fere. Que magoa. Que esvazia. Que ecoa. Que enlouquece.
Nada disto se assemelha à saudade que sinto. São pequenas as palavras que a descrevem.
Definir saudade? Não me é possível. Talvez por a sentir tão em mim. Talvez porque me toque na pele todos os dias. Saudades. Infindas. Sempre!"

Desconheço o autor